13.4.13

Um Perigo de Vizinho - Capítulo 2

Fanfic - Um Perigo de Vizinho

Capítulo 2 - Isso foi... a conversa mais bizarra do mundo




Entrei em casa e ignorei os bêbados e fui para meu quarto pelo visto a noite não ia ser produtiva. Duvidava que Kate voltaria depois de eu trocá-la para ficar conversando com Bella, se bem que agora Kate não me parecia nenhum pouco atraente.

Tranquei o segundo andar para evitar os bêbados de subirem, tranquei meu quarto, e retirei minhas roupas deitando só de cueca. Apesar de Forks sempre ser frio estava uma noite relativamente quente. Então só joguei um lençol sobre o corpo e adormeci rapidamente.

Gemi ao sentir o toque gelado em meu peito, descendo lentamente pelo meu estomago até o meu umbigo. Ri quando senti algo molhado, o toque continuou descendo e meu riso virou gemido quando meu pau foi pressionado....

– Hmmm... – murmurei quando o toque sumiu, mas em seguida se intensificou, suspirei abrindo os olhos e sorri ao ver Bella sentada na minha cama acariciando meu pau. Ela sorriu travessa e se abaixou beijando a ponta, quando seus lábios frios tocaram meu pau eu gemi...

– Hmmm, até que o gosto não é ruim. – ela falou e meus olhos se arregalaram.

Jesus em um carrinho bate-bate! Ela está realmente aqui.

Me afastei rapidamente e gemi ao sentir seu toque se afastando do meu pau... não controle-se homem.

– Eu... o que... como entrou aqui? – ela me olhou ansiosamente.

– Você disse que eu poderia vir?

– Sim, mas de dia e não no meio da noite.

Merda! Quando eu pensei que podia ser estuprado eu nunca imaginei que seria por ela. Se bem que eu não me importaria nada que ela me estuprasse. Foco Edward, pelo amor de Deus, foco.

– De dia eu não posso. – deu de ombros e notei-a usando a mesma bermudinha e meu pau parecia mais duro e notei que ainda estava fora da cueca.

Diabos! Me apressei em me ajeitar e notei que ela me olhava divertida.

– Er... por que não pode de dia?

– Digamos que o sol me faz mal. – ela me olhava ansiosamente e desviei o olhar, e meus olhos caindo na porta que estava trancada.

– Como entrou aqui?

– Janela. – ela deu uma risadinha.

– Como?

– Sou ótima escaladora. – piscou e assenti meio atônito.

Ok isso tem que ser um sonho, não vejo outra explicação, não faz a porra de sentido nenhum. Como essa menina poderia escalar a janela? Porra são dois andares... senti seus dedos em meu peito e todos os pensamentos foram para a janela, olhei sua mão que deslizava por meu peito e engoli em seco.

– Er... Bella. – ela ergueu os olhos, e nossos olhos se encontraram.

– Você é tão... gostoso. – engasguei com a saliva.

– O que?

– Muito gostoso.

– Ah obrigada eu acho. – ela riu e engatinhou para cima de mim montando em meu colo, meus olhos se arregalaram.

– Não precisa agradecer. Só estou constatando um fato. – piscou e acabei rindo.

Ela sorriu brilhantemente e se inclinou beijando meu pescoço, sua língua fria lambendo minha pele, subindo para minha mandíbula e ela deu uma longa lambida, meu pau parecia que ia explodir de tão duro.

– Bella não acho que isso é uma boa ideia... oh merda. – ela chupou minha pele e meus olhos giraram.

– Por que, eu posso sentir seu pau, você me quer. – ela se esfregou em mim para provar seu ponto e rosnei.

– Inferno sim, eu quero, mas você só tem 17, eu posso ser preso por isso. – ela se afastou e riu.

– Incomoda você eu ter 17?

– Bem, você ainda é uma criança... – mal terminei de falar e ela arrancou a blusinha revelando seios perfeitos com bicos duros. – Oh merda... – ela sorriu e pegou minhas mãos e colocou em seus peitos.

Eles couberam perfeitamente em minha mão. Não eram enormes, mas eram cheios e macios e deliciosos. Provoquei os mamilos com meus polegares e os belisquei em seguida, ela gemeu e rebolou contra meu pau, que já estava escapando da cueca.

– Você gosta deles? – ela perguntou com uma risadinha e tirei meus olhos dos seus peitos gloriosos e encarei seus olhos.

– Eles são lindos. – comecei encarando seus olhos, e estreitei os meus, seus olhos não estavam mais castanhos, estavam... vermelhos?

– Puta merda, o que houve com seus olhos? – ela arregalou os olhos e gemeu tampando o rosto.

– Droga! Eu preciso ir. – começou a sair de cima de mim, e lutei contra a vontade de puxá-la de volta e a mandá-la embora.

Por fim minha curiosidade foi mais forte e peguei sua mão a parando.

– Não vá. Está tudo bem.

– Não eu preciso ir. – choramingou me empurrando e cai sobre a cama.

Porra que menina forte.

Levantei correndo e a peguei antes que ela fosse em direção a janela, a virei pra mim e tirei suas mãos dos seus olhos, eles ainda estava fechados firmemente.

– Hey olhe pra mim. – ela negou e me inclinei beijando seus lábios, seus olhos se arregalaram encarando os meus.

Porra os olhos dela realmente são vermelhos. Como isso é possível?

Coloquei uma mecha do seu cabelo atrás da orelha e ela sorriu um pouquinho. Sorri de volta tocando sua pele macia e fria, tão fria... ofeguei quando ela se inclinou de repente beijando minha boca. Seus braços rodearam meu pescoço e a abracei a beijando de volta.

Ela suspirou entreabrindo os lábios e aprofundei o beijo deslizando minha língua em sua boca, Bella gemeu enroscando sua língua com a minha, suas mãozinhas se em meu cabelo torcendo os fios. Quando afastei a boca da dela ofegante, ela me encarou sorrindo.

– Foi meu primeiro beijo. – sussurrou e gemi e me afastei dela, meu pau reclamou imediatamente, pois durante todo o beijo ela esteve se esfregando em mim, causando um atrito maravilhoso.

– Bella não podemos fazer isso.

– O que? Por causa dos meus olhos? – choramingue e me apressei em negar.

– Não, eu.... – merda eu nem sabia o que dizer dos seus olhos. Mas eu não podia ficar agarrando uma menina de 17 anos. – Você tem 17 e eu 30 pelo amor de Deus. – ela colocou as mãos nos quadris e seus seios empinaram.

Porra como eu esqueci que ela estava com os peitos nus? Devem ter sido o choque dos olhos.

– Eu não me importo com isso.

– Mas devia. Você precisa namorar alguém da sua idade. – ela fez uma careta.

– Non cazzo¹.

– O que?

– Eu não quero alguem da minha idade. Quero você.

– Eu não posso Bella. – ela estreitou os olhos e me empurrou.

– Il suo stupido, io non mi arrendo². – gritou e nua abriu a porta do meu quarto e saiu.

Porra! Os bebados iriam vê-la sem camisa.

Peguei uma blusa minha e corri para fora do quarto, mas ela tinha sumido, desci e não tinha sinal dela.

Mas que menina rapida.

Um pouco irritado voltei para o quarto trancando a porta e me joguei na cama.

Inferno o que eu faria?

[...]

Entrei no escritorio segunda de manhã com uma dor de cabeça vinda das profundezas do inferno, não havia bebido nada, mas parecia que quem estava de ressaca era eu. E só pra azedar meu humor, Emmett parecia otimo, nem parecia que tinha bebido até cair.

Passei a maior parte do dia irritado e mal humorado. Gritei com dois estagiários, e fui expulso do escritório por Emmett. Mas com o humor que estava foi a melhor parte do meu dia.

Meu encontro noturno bizarro com Bella não saia da minha mente. A menina me fez ficar doido e com tesão a noite toda, alem das coisas estranhas como escalar janelas, invasão de quartos, e os olhos vermelhos, ela ainda tinha 17. Eu não podia ficar com uma menina de 17. Eu... merda o pai dela podia me mandar prender por isso.

Entrei em meu apartamento em Seattle e me joguei no sofá, antes pegando uma garrafa de vodca e tomando um gole, afrouxei as roupas e olhei pela grande janela que tinha uma excelente vista para a cidade. Eu sabia muito bem do que eu precisava, eu precisava transar, tirar aquela menina da minha mente.

Sim era disso que eu precisava, e seria hoje que eu resolveria o meu problema. Corri para meu quarto e troquei minhas roupas de trabalho por jeans e uma camisa preta, baguncei os cabelos e liguei para Emmett enquanto dirigia para o primeiro bar que vi.

Emmett prometeu me encontrar em dez minutos. Eu já estava no meu terceiro copo de uísque quando ele chegou sentando ao meu lado, dando um tapa em minhas costas.

– Olá meu amigo irritado. – olhei feio pra ele que sorriu. – Hey amigo mais uma rodada. – ele pediu para o barman e se voltou pra mim. – E ai o que há?

– Por que acha que há algo?

– Ok, então vamos beber até cair, e depois você me conta durante seu monologo bêbado.

– Eu não faço monologo bêbado. – resmunguei. – Faço?

– Oh sim você faz amigo. É por causa de ontem? Eu só não queria que ficasse sozinho no aniversário da morte do seu pai.

– Não.

– É por que bebi até as tripas e trouxe aqueles porras loucas comigo? – acabei rindo.

– Não é por isso. Eu já te conheço a tempo suficiente pra aguentar suas bebedeiras, e os porras loucas que te acompanham. – ele sorriu abertamente.

– Então o problema é mulher? – evitei seus olhos enquanto o barman nos servia.

Tomei de um gole a minha e pedi pro homem deixar a garrafa. Assim que ele se afastou Emmett me arrastou para uma mesa no canto onde não seriamos ouvidos.

– Despeje homem, a vadia é casada?

– Emmett, ela não é vadia. – ele rolou os olhos.

– Desculpe, a dama é casada? – o soquei.

– Ela não é casada.

– É lésbica?

– Não.

– Bissexual?

– Não.

– Trissexual?

– O que é uma trissexual?

– Não faço ideia homem, mas a parada seria doida. – ri.

– Ela não é nada dessas coisas. Ela... – esfreguei o rosto e tomei outro gole de uísque.

– O que? Não me deixe nesse suspense.

– Menor de idade. – cuspi finalmente e ele arqueou uma sobrancelha.

– Menor de idade quanto?

– 17.

– Cachorrão. Esse é meu amigo, já pegou ela de jeito?

– Emmett! Claro que não.

– Ué por quê? Ela é feia e ta te perseguindo?

– Não, não, ela é linda. Mas ela tem 17 e eu 30.

– E?

– Você não acha que eu estou sendo um safado?

– Pra mim você está sendo um puta de um sortudo, uma ninfetinha gostosa dando bola pra você. Seu cachorrão.

Não sei por que eu pensei sinceramente que Emmett me entenderia. Ele pensa 99% do seu tempo com a cabeça de baixo.

– Isso é sério Emmett. – ele deve ter notado minha cara de desespero por que bufou.

– Ok, ok, entendi. Então me conte por que isso é tão ruim? – ele colocou a mão no queixo me olhando seriamente e comecei a rir. – O que? Achei que era hora da conversa séria.

– Desculpa. Eu estou um pouco abalado com tudo. A menina é... está me deixando doido.

– O que ela fez?

– Invadiu meu quarto.

– Oh isso vai ser bom.

– Emmett.

– O que? Eu só estou prestando atenção pra aconselhar melhor.

– Ta bom.

– Vamos Edward, conte os detalhes.

– Você é pior que uma velha fofoqueira.

– Eu até ficaria ofendido, mas eu sei que é verdade. Então desembucha.

– Eu não vou te contar.

– Hehe chegaram aos finalmente né.

– Não.

– Primeira base.

– Mais ou menos.

– Ela é apertadinha?

– Emmett, essa não é a primeira base.

– Sério?

Essa conversa não estava indo bem.

– Quer saber, vamos deixar esse assunto pra lá. Eu pego a primeira gostosa que me der bola e tiro essa menina da cabeça.

– Eu não aconselho.

– Sério?

– Sim, pegar mulher pensando em outra sempre da merda. Lembra quando eu fiquei com Lauren Malory pra esquecer minha doce Isa.?

– Não.

– Cara aquela vez que fui parar no hospital por que tinha um garfo na minha mão.

– Ah eu lembro dessa vez. – sério Emmett era recordista de ir parar no hospital em situação bizarras, e todas envolviam mulher.

– Sim, eu chamei Lauren de Isa na hora do bem bom. Eu tive sorte de ser minha mão e não as bolas a terem um encontro com o garfo.

– Por que tinha um garfo no quarto?

– Nós não estávamos no quarto, estávamos...

– Quer saber, não me conte.

– Ok, então segue o conselho do seu amigo, e fique com a ninfetinha, depois parta pra outra.

– Esse é o pior conselho do mundo.

– Por quê? Você vai ficar com a garota que gosta e vai evitar levar uma garfada na mão. – abri e fechei a boca varias vezes.

– Acho melhor eu ir pra casa. – murmurei por fim e ele sorriu.

– Esse é meu amigo. E quando pegar a ninfetinha me conte os detalhes.

Isso foi... a conversa mais bizarra do mundo.

¹ Nem fudendo.

² Seu estúpido, eu não vou desistir.


Nenhum comentário:

Postar um comentário